Tributo resgata obra do artista "marginal" Sérgio Sampaio
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da Folha Online
| Divulgação |
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| Em foto de 1981, Sérgio Sampaio (agachado) posa com Erasmo Carlos e com As Frenéticas |
Facilmente encontrável no YouTube, o vídeo de "Eu Quero É Botar Meu Bloco na Rua", composição apresentada por Sérgio Sampaio no 7º Festival Internacional da Canção, em 1972, já é um clássico. Ali, um músico intenso, histriônico e de traços marcantes canta enquanto um rapaz dança animadamente na plateia.
"Cruel - Tributo à Vida e à Obra de Sérgio Sampaio", que Luiz Melodia, Jards Macalé, Zeca Baleiro e Márcia Castro apresentam neste sábado (4) e amanhã, no Sesc Pinheiros, ilumina a obra desse artista capixaba, morto em 1994 e marcado por uma vida boêmia e errante.
Frequentemente incluído entre os "malditos" da MPB, Sampaio teve uma trajetória irregular, com apenas quatro álbuns lançados, e transitou por entre tropicalistas, roqueiros e hippies da MPB.
Fã confesso do músico, Zeca Baleiro viabilizou o lançamento do disco póstumo "Cruel", com gravações inéditas do artista, e é figura indissociável deste resgate artístico. Ao lado de Melodia e de outros artistas, ele também participou do disco-tributo "Balaio do Sampaio" (2000).
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